quarta-feira, 5 de novembro de 2014

COM SALÁRIOS ATRASADOS, SERVIDORES MUNICIPAIS DE VITORINO FREIRE AMEAÇAM ENTRAR EM GREVE

Centenas de Funcionários públicos municipais de Vitorino Freire, estão prestes a realizar mais uma paralisação de advertência e se não forem atendidos pelo gestor municipal, que está deixando os funcionários sem salários há quase dois meses, vai acontecer mais uma greve geral no município.
Essa possibilidade de paralisação por tempo indeterminado foi decidida em Assembleia Geral Extraordinária, realizada na noite desta terça-feira (4) pelos associados do sindicato dos trabalhadores e servidores públicos municipais de Vitorino Freire – SINTRASEP/ VF.
Na assembleia presidida por Claudonir Gonçalves Pinheiro, foram abordados vários assuntos. Além do atraso de salário foi destacada uma audiência com o promotor Fábio Murilo da Silva Portela.
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Nessa audiência com o representante do Ministério Público, participaram o presidente e mais dois representantes do SINTRASEP/ VF, além do professor Marcos Alencar. Todos se disseram insatisfeitos com algumas declarações do promotor. Quando perguntaram sobre data de pagamento dos servidores do município, o promotor respondeu dizendo que tinha lido a lei orgânica do município e não tinha encontrado em nenhum artigo a data.

O advogado da entidade Dr. Leonardo Colácio, também falou a os funcionários públicos e respondeu dezenas de perguntas, entre as quais pediram para ele falar sobre a resposta do promotor. O advogado foi categórico e falou sobre o assunto, em relação ao prazo do pagamento: “a CLT é bem clara, a lei determina que o salário deva estar à disposição do trabalhador até o 5º dia útil do mês subseqüente.”
A vereadora Elisilvane de Sousa Freitas presidente eleita da entidade também falou ao público presente respondendo as perguntas dos associados. Na próxima sexta-feira (7) está prevista uma reunião de representantes do SINTRASEP e o prefeito José Leandro Maciel. Esse encontro está agendado para as 10hs da manhã na sede da prefeitura. Nesse mesmo dia, os funcionários devem decidir pela parada de advertência.

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